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  NOTÍCIAS
 
02/06/2014 - 10:07h
Contrastando Dados – Criação doméstica x Criação na natureza.

Os “SONHÁTICOS”  opositores a nossa atividade costumam frequentemente alardear que a criação doméstica  de “Animais silvestres” (não concordamos com essa denominação pois silvestre é o que esta solto na natureza) submete os mesmos a restrições e maus tratos, entretanto viemos sempre afirmando que em ambiente doméstico submetemos os animais a tranquilidade e boa vida. Basta ver o exemplo de quem tem alimentadores nos pátios. As aves assim acostumadas passam a viver nas redondezas do alimentador. As aves não voam quilômetros porque gostam, mas sim pela dificuldade de saciar a fome. Vejam abaixo excelente texto e tabela de dados comparativos, escrito pelo Dr. Paulo José Theophilo Gertner (Zeca) Médico Veterinário CRMV - BA 2922 “.

Fábio Paiva
Presidente FEGAPAN.

 “Criação em ambiente doméstico, por exemplo, do Bicudo (Oryzoborus Maimillani) é considerado pelo IBAMA como ameaçado de extinção e já desaparecido de muitas áreas antes endêmicas (MMA - maio 2003). Mas verificando os dados de nascimentos somente de criadores amadoristas, no triênio 2009/2011, nasceram 55.801 bicudos nos criatórios legalizados no Brasil. E poderia ser muito mais! Caso não se dificultasse tanto esta atividade!

 TabelaPaulo.jpg

A criação doméstica bem feita deve servir de modelo aos seres humanos que querem preservar a natureza e os pássaros. Pois tais aves passam a se alimentar de ração balanceada com sementes esterilizadas. “

 

 


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